segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

'[...]nunca contentar-se de contente[...]'

A gente aprende, desde cedo, que o amor é tão lindo, tão puro, tão enormemente sincero e verdadeiro que NINGUÉM, eu disse ninguém, jamais conseguiria descrevê-lo. No entanto, com o passar dos anos, a gente amadurece, conhcemos novas pessoas, novos amigos, novas paixões; até que de repente surge a pessoa certa. A pessoa certa faz tudo errado e, justamente por isso é que ela se torna a pessoa certa.
Depois que a gente começa a amar aprendemos que o amor, aquele de homem e mulher, não precisa ser descrito como indescritível. Quando parei pra pensar neste assunto, a única coisa que me veio a cabeça foi você. Me lembrei de seu rosto imperfeito, de seus lábios que tanto me atraem, me lembrei de seu cabelo jogado que nem parece ser penteado, em uma imagem mais recente me lembrei de seu novo visual, quase sem cabelo. Me veio a cabeça seus olhos, pequenos e castanhos, com cílios grandes, me lembrei de sua sombrancelha mal feita (ainda bem), me lembrei de seu sorriso, sim, aquele que você tanto diz não gostar; me lembrei da sua magrelice e daquele seu jeito de subir a calça, seus braços finos me vieram a cabeça, e todo o resto daqueles 1,76m de altura (não sei ao certo)! Eu não saberia definir melhor o amor se não fosse desta maneira, todos os seus traços, detalhes que de tão imperfeitos se tornam perfeitos, gestos e gostos que tanto me tiram o fôlego, me fazer acreditar que meu coração bate mais forte. O amor é pleno, sereno, sublime. O amor é você, P.

O amor não deveria ser definido como 'dor que desatina sem doer', muito menos como algo que fizesse sofrer, mas concordo em dizer que 'é nunca contentar-se de contente[...]'
Cada um de nós tem o 'seu' amor, e aqueles que ainda não tem, logo mais terão. É assim que as coisas funcionam; nos apaixonamos diversas vezes durante a vida. Isso é normal ! Anormal seria se não nos apaixonássemos...
p<3

0 comentários:

Postar um comentário